Mais um vídeo inspirador para projetos ligados a água. Dessa vez, dos estudantes da Brigham Young University Ad Lab para o projeto da Unicef chamado Tap Project. Com o adicional de US$1 dólar no valor da água, que as vezes sai de graça, as pessoas estão ajudando no acesso de milhões de necessitados a água potável.
Festival da Água
“A missão do Twestival São Paulo é angariar fundos para iniciar o projeto de construção de pelo menos um poço de água em um país em desenvolvimento através da ONG charity: water.”
Veja o vídeo abaixo e descubra porque você também deve se mobilizar para ajudar o charity:water:
Saiba mais em:
charity: water videos
twestival
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por uma vida mais verde
Pequenas dicas pra começae bem o ano fazê-lo durar mais…
Diminua o uso de aquecedores, aumente o aquecimento humano. Resista à tentação de comprar as últimas novidades e fique com o que você já tem. É gostoso, mas emite mais CO2 que os carros, então, pegue leve na carne. Pratique a arte de não desperdiçar nada e aproveitar tudo. Não deixe aparelhos ligados ou plugados, desplugue tudo. Você chega de A a B, sem criar nenhum C, quando você caminha. Ao invés de voar pelo mundo, mantenha os pés no chão.
Livre tradução das “7 coisas que você pode fazer para ter uma vida mais verde”, do projeto Do The Green Thing. Ajude a espalhar essa idéia.
Saiba mais em:
50 ways to help the planet
The alternative consumer
100 sites for green living
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onde adquirir sua sacola retornável – parte 2
Para minha surpresa, o post passado teve grande procura. E embora muita gente esteja começando a se interessar pelo assunto, parece que poucas marcas têm se envolvido na questão.
Encontrei muitas marcas que até disponibilizam essas sacolas, mas ainda não colocaram em prática projetos mais amplos de sustentabilidade. Pois todo mundo pode usar as sacolas de feira ou a própria mochila, sem precisar gastar mais de 100 reais em uma bolsa orgânica “eco-chic”.
Crítica a parte, segue a nova lista de locais em que você pode encontrar a sua eco-bolsa:
Essenciais do Brasil: além de bolsas de algodão orgânico a 14,95, você ainda pode encontrar acessórios, papelaria, bebidas entre outros produtos feitos de materiais naturais e orgânico.
Associação Mudaréu: criada para promover o desenvolvimento e a inclusão social de grupos de produtores artesanais, atualmente ela sobrevive também com a venda dos produtos, como a sacola de fibra produzida pelas comunidades.
mamba atelier: vende acessórios feitos à mão. E entre as inúmeras bolsas fofas artesanais, você pode encontrar uma para usar como sacola de compras. Dá pra comprar pela internet e o valor varia conforme o modelo.
PS: Agradecimento especial à Elisa pelas dicas.
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Vegetarianismo e aquecimento global
Cada um tem sua própria razão para ter se tornado vegetariano. Desde razões de saúde, defesa no direito animal, até questões religiosas. Pois o fator ambiental tem sido um dos principais para fazer muitos repensarem seus hábitos e contribuírem para a onda verde.
Mas o que o consumo de carne tem a ver com o aquecimento global? Pois bem, a criação de gado é responsável por quase um quinto das emissões de gases do efeito estufa e mesmo com toda a onda do vegetarianismo, a FAO (Food and Agriculture Organisation) estima que a produção mundial de carne e produtos lácteos vai mais do que dobrar nos próximos 40 anos.
Além disso, a criação de animais é uma forma muito ineficiente de produzir alimentos. Comprando, é necessário cerca de 7 quilos de grama para gerar 1 quilo de bife, 4 kilos de ração para um quilo de carne de porco, e mais, um oitavo de toda a água do mundo e um terço de toda a terra utilizável para plantio é destinada à produção de alimentos para a pecuária.
E a voracidade dessa indústria apenas cresce, já que áreas inteiras de florestas tropicais continuam a ser destruídas para atender à demanda do consumo de carne. No Brasil, estima-se que uma área equivalente ao Estado de Minas Gerais foi desmatada para alimentar o gado.
Estudos recentes da Sociedade Vegetariana do Reino Unido indicam que uma pessoa vivendo sob dieta vegetariana necessita de menos da metade de área de cultivo do que alguém que vive em uma dieta normal.
Se você acha difícil parar de vez de comer carne, tente diminuir o consumo, ao invés de todos os dias, tente comer apenas 3 vezes por semana. A sua saúde e a natureza agradecem…
Fonte:
The Guardian | Pledge to eat less meat
Época| Parar de comer carne pode salvar a Amazônia?
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banco de alimentos

Como o Jabor mesmo disse e eu repito aqui, não é a natureza que precisa ser salva, somos nós. Não foi só o clima da Terra que mudou, não é só ela que adoece…
Gente passando fome, vivendo no lixo, ficando doente, sozinha… e eu fico me perguntando se existe uma solução para isso. Na praça ao lado da minha casa, a quantidade apenas cresce e me incomoda como eles se tornam familiares à mim a medida que os dias passam. Como se torna natural a presença dessas pessoas vivendo na rua, como se fosse normal…
Pois se não podemos mudar o mundo sozinho, temos que unir forças. E uma das organizações bacanas que conheci é a Banco de Alimentos, cujo principal objetivo é minimizar os efeitos da fome combatendo o desperdício de comida.
Além de “dar o peixe”, eles também “ensinam a pescar”, dando informação e orientação a quem precisa, através de ações educativas como palestras, workshops, etc, eles ensinam as diversas instituições que recebem as doações de alimentos a aproveitá-los integralmente, evitando sobras e elaborando cardápios específicos.
No dia 19 de março, vai rolar um evento beneficente pra ajudar a ONG a comprar um novo veículo. Quem puder, contribua, ajude… pois como eu ouvi hoje e não consigo esquecer: “Não há felicidade se não for compartilhada…”
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relações humanas
Precisamos reatar nossa ligação com as pessoas.
Precisamos parar a máquina desse sistema, ou faze-la retornar a algum ponto não muito distante. Quando a rotina ainda não nos impelia a viver com pressa, na agitação da produção, do trânsito, das pessoas.
Quando pensar racionalmente significava pensar nas conseqüências dos nossos atos e seguir nossa consciência ao invés de ignorá-la. E quando a preocupação pela própria sobrevivência ainda não era muito maior do que pela sobrevivência de um planeta.
Fechamos os olhos para o amanhã, porque vivemos no hoje. E hoje, bem ou mal, ainda respiramos, temos água e comida, o lixeiro ainda vem à nossa porta esvaziar todo o lixo que produzimos. Nos enganamos e dormimos tranqüilos.
Mas estamos nos desconectando pouco a pouco. Nos nossos relacionamentos, cada vez mais virtuais, nas nossas rotinas, cada vez menos afetuosas. Quando começamos a esquecer a importância do ambiente em que vivemos, começamos também a esquecer quem somos, parte integrante de um grande ecossistema.
Não encontraremos o equilíbrio em nossas vidas enquanto não incluirmos o fator “verde” em nossa lista de relacionamentos. Os maiores gênios do mundo, os que encontraram grandes respostas para suas vidas e ficaram para a posteridade, foram também aqueles que souberam enxergar a natureza e viver de maneira harmônica, compreendendo as suas sutilezas. Da Vinci, Gaudí, pequenos exemplos de grandes homens que entenderam o que está ao seu redor e transformaram em obra de arte.
Se nossa sociedade não sobrevive sem um sistema econômico, tampouco sobreviverá sem um sistema ecológico sadio. Mas quem disse que ambos não podem sobreviver juntos?
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faça a sua parte
A partir de hoje faço parte do blog colaborativo, Faça a sua parte. Ele já estava na minha listinha da leitura diária, de modo que fiquei bem feliz de me juntar a eles.
Para comemorar, vou participar do meme das 3 atitudes ecoconscientes, com as minhas 3 ações favoritas:
1. Recusar sacolas plásticas em lojas e supermercados e andar sempre com a minha retornável guardada na bolsa. Além de, humildemente, tentar espalhar os malefícios do material plástico no ambiente.
2. Pratico o vegetarianismo como uma das maneiras de ajudar a conter o aquecimento global e o uso extrativista dos nossos recursos. (Mais informações: aqui, aqui e aqui)
3. Economizo energia elétrica através de simples ações como: desligar todos os aparelhos que não estão sendo utilizados, trocar as lâmpadas de casa pelas econômicas, utilizar as escadas ao invés do elevador, etc.
E você, o que faz?
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oficina de sustentabilidade

Cuidar. Foi essa a principal lição que os 31 participantes da oficina aprenderam. Cuidar dos outros, do planeta, mas também do lucro. Lucro? Sim, pois afinal, vivemos em uma sociedade capitalista, e um projeto insustentável economicamente, não poderá seguir em frente.
Aprendemos que equilíbrio é uma outra palavra-chave. O equilíbrio entre os 3 P’s do Triple Bottom Line, base do conceito de desenvolvimento sustentável: PEOPLE (pessoas), PLANET, (planeta) PROFIT (lucro). Que é necessário garantir a qualidade de vida dos seres humanos hoje, conservando os recursos do meio-ambiente de uma maneira viável economicamente para que haja um amanhã. Resumindo, “não é preciso abrir mão do econômico, mas incluir e integrar as dimensões sociais e ambientais em todas as decisões de negócio”.
Descobrimos os nossos erros. A conseqüência dos nossos atos de consumo exacerbados, da nossa responsabilidade nas nossas escolhas e nos nossos hábitos. Pois vivemos em um sistema orgânico e estamos todos inter-ligados. E o nosso crescimento (econômico), não significa nosso desenvolvimento (social e humano).
E assim, falamos de soluções. De como pequenos atos fazem a diferença, por mais ingênuo que isso possa parecer. Que embora governo e iniciativa privada tenham um grande papel nessa mudança, nós não podemos mais delegar as nossas responsabilidades em tornar o mundo um pouco melhor.
O Banco Real já iniciou a parte dele, compartilhando informações, refletindo novas atitudes e engajando-se. Agora chegou a nossa vez… O Banco continuará oferecendo essas oficinas de sustentabilidade para todo o público. Inscreva-se e participe.
Obs.: Não quis fazer desse texto uma propaganda ao Banco, incluindo o Espaço Real de Práticas em Sustentabilidade, do qual essa oficina de que participei faz parte. Mas recomendo acessar o site deles e dar uma olhada em todos os projetos nos quais eles estão envolvidos. Estou quase mudando o meu banco…
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ameaça à natureza
Texto sensacional do Jabor:
“O petróleo move o mundo: faz o Bush atacar o Iraque, cria o Osama, arma o Chávez. O petróleo é energia e morte para a vida, ao mesmo tempo berço e túmulo. Nos dá conforto e nos envenena.
Achávamos que o mundo acabaria em guerra nuclear. Agora, pode acabar sufocado e derretido. E diante dessa tragédia, como reagimos?
Muitos pensam: ‘é exagero desses ecologistas chatos. Não acredito: a ciência vai achar uma solução’. Ou então, o contrário: ‘esses cientistas são uns idiotas, é mentira’. Ou: ‘Temos de cuidar do presente, o futuro a Deus pertence! Não podemos parar a produção e causar desemprego!’
Ou: ainda: ‘Ah, eu não quero nem saber. Sabe o que mais? Dane-se. Até lá, eu já morri‘
É isso. E o tragicômico é que nos referimos aos problemas ambientais como sendo uma ‘ameaça a natureza’. Que nada! A natureza não esta nem aí. Já morreu dinossauro, já houve idade do gelo, chuva de asteróides, e a natureza continua numa boa.
Quem vai acabar é a raça humana. A natureza está pouco se lixando para nós.”
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